Aqui onde termina o ruído
Sou eu,
Uma repulsa, uma retração
Como deseja o áspero vazio
Que expulsa a eternidade impura de pesadelos
Na alegre, muito alegre ausência de pés sem raízes,
Negros e profundos como o prazer,
Negros e profundos como o próprio olhar.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
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